Página do dia | Fale com Sophia
Sophia vive em algum lugar entre a fronteira do deserto do real com o mundo imaginário, lá onde passa o trem, perto da pracinha do caminho amarelo, que leva até a casa de chocolates que pertenceu à bruxa má, mas que hoje serve como pouso para seu amigo Manuel, cidadão pasargadense. Pasárgada é um lugarejo perdido no mapa, próximo ao País das Maravilhas e fazendo fronteira com Nárnia. Lugar que ficou isento do domínio das mentes pelas máquinas após o advento da inteligência artificial. Lá vive-se na corte e de música, recitando poesias e brincando de prazeres. Nos intervalos da loucura, Sophia volta para Governador Valadares, onde trabalha como jornalista e admira a enorme Pedra Negra a observar o Rio Doce em seu curso, e que, como na filosofia, cada dia é um rio.

"Quando, velhinha, a estas páginas fanadas, / Ela vier indagar das coisas encantadas / Que o futuro lhe diz, / Queira então o Amor que a fecunda lembrança / Dessa viagem feliz / Seja doce de ver como um céu em bonança!"

(Honoré de Balzac - As ilusões perdidas)



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Sexta-feira, Julho 04, 2008

Mais uma de saudade

De vez em quando, eu vejo meus mortos. Eles passam de carro, como se não me vissem. Cruzam uma avenida esbarrando em mim e não me vêem. Volto para casa triste de saudade e eles conversam comigo, me abraçam e povoam meus sonhos. Como é difícil conviver com a falta.
A gente tem tanta coisa, tanta coisa para descobrir, para viver... mas a gente quer mesmo aquilo que não pode ter de volta. E o amor que a gente sentia só cresce. A gente lembra das frases, dos gestos, dos momentos que passamos juntos.
E depois se lembra que muitos outros mortos virão, para cruzar pela gente sem ver, para povoar nossos sonhos e para nos matar de saudade!


Anotações de Sophia | 9:52 PM | Notas de Rodapé:
Terça-feira, Junho 10, 2008
"Eu vejo a vida melhor no futuro..."

"Pois sempre tem a cama pronta, rango no fogão, luz acesa... me espera no portão pra você ver..."


Anotações de Sophia | 11:59 AM | Notas de Rodapé:

"Até que Deus revele o futuro dos homens,
toda sabedoria humana estará concentrada em duas palavras: ter fé e esperar"

Edmund Dantés - O Conde de Monte Cristo (Alexandre Dumas)

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