Sophia de Assis tem 23 anos e é jornalista há quase dois.
Trabalha como repórter de um jornal impresso e ama o que faz.
Adora literatura, música, cinema e poesia.
É muito ligada à família e aos amigos.
Nas horas vagas, refugia-se neste blog, no qual pode fazer o que mais ama:
escrever sem limites.
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Sábado, Dezembro 31, 2005
Palavras que posso escrever: gritando poesias em 2006
Todos os anos, como eu já expliquei aqui, eu escolho a música ou a poesia do ano. Aquela que vai me acompanhar pela minha tragetória covarde vida afora... Uma música que se pareça comigo, ou me motive de alguma forma. Passei umas três semanas pensando em uma música ideal para marcar meu 2006, que já começa amanhã...
Inclusive, gostaria de comentar que pela primeira vez eu estou sentindo uma sensação estranha nessa passagem de ano. Estou sentido como se realmente fizesse alguma diferença o ano mudar. No fundo, no fundo, tudo continua sempre a mesma coisa... principalmente porque não vou fazer regime, nem ler mais livros durante o ano, já que estou meio preguiçosa para livros esses dias...
Ontem, depois de me cansar de ler a Ultimato, comecei finalmente a leitura de "Deus em Questão ¿ C.S. Lewis e Freud debatem Deus, Amor, Sexo e o Sentido da Vida". Eu já li alguns capítulos avulsos para fazer a matéria com o reverendo Elben César, quando ele esteve aqui. Inclusive, o livro foi um presente dele. O título é bastante sugestivo, tanto que quando ele me falou que eu poderia escolher qualquer uma dentre a centena de obras que ele trouxe, eu não tive dúvidas!
Mas, voltando à música... Essa canção, gravada pelos Paralamas, reflete um pouco do que eu espero, já que sinto como se estivesse passando de fase em um videogame, virando a plaquinha, acertando o password ou matando o monstro mau... Eu quero sentir o que a paixão faz em segundos e o que o amor faz depois de anos... Eu quero subir nos telhados para ouvir o que as casas dizem ao meu redor e ver o mundo melhor... Quero gritar poesias! Quero respirar poesias! Quero viver poesias!!! Pois, o mundo tem a palavra que eu posso escrever...
SCREAM POETRY
Bi Ribeiro - Chico Science - Herbert Vianna
Eu posso sentir o que a paixão faz em segundos
Eu posso sentir o que o amor fez depois de anos
Eu gosto de sentar nos telhados
Pra ouvir o que as casas dizem ao meu redor
Eu gosto de subir nos telhados
Porque eu consigo ver o mundo melhor
Grite poesias que eu te amarei
Até a minha ida, grite poesias
Que o mundo tem
A palavra que você pode escrever
Grite poesias
Anotações de Sophia | 8:43 AM | Notas de Rodapé:
Sexta-feira, Dezembro 30, 2005
Satisfação
Lulu Santos
Sei que não mereço
Todo o teu apreço
Sou irresponsável
Me chame assim mesmo
Sei que é bem verdade
Tudo de que me acusares
Já que estou em tuas mãos
Faz como entenderes
As canções mais tolas
Tendo os seus defeitos
Sabem diagnosticar
O que vai no peito
Pego o telefone
Ligo a televisão
Abro a geladeira
Mas não tem satisfação
E eu não vou me dar
Ao luxo de te perder
Eu me recuso a admitir
Que amar é sofrer
Anotações de Sophia | 6:00 PM | Notas de Rodapé:
Quarta-feira, Dezembro 28, 2005
Confissões futebolísticas - Parte 2
Vivendo em tempos de piloto automático, pois descobri que "há dias em que nada faz sentido e os sinais que me ligam ao mundo se desligam". Deixei minha praticidade em off por tempo indeterminado e estou devidamente autorizada por mim mesma a escrever uma série de idéias sem sentido. Afinal de contas, para estas coisas é que existe a licença poética. Lançando mão disso, hoje vou escrever sobre algo que eu realmente desconheço a fundo, só mesmo para arriscar... vou falar de futebol.
Na última vez que parei para pensar sobre o assunto, eu torcia para o Flamengo e para o Atlético Mineiro. Lembro-me de ter apostado com um amigo botafoguense que se o Flamengo ganhasse do Botafogo ele teria que cantar o hino rubro-negro (e vice-versa), na frente de todos os nossos amigos da rua. O Flamengo ganhou... mas isso foi nos idos de 1995 ou 1996.
Depois disso, meu cérebro travou para o futebol. Naquela época, para se ter uma idéia, eu sabia exatamente o que era um impedimento, um escanteio e a escalação dos meus times. Hoje, eu só me lembro que o Flamengo tinha o Sávio e do Galo eu nem me lembro... Há pouco tempo, nas minhas férias, meu irmão pediu para que eu dissesse o nome de um jogador do Galo e eu disse: Veloso! Para isso, usei toda a minha empolgação, lembrando dos olhos do goleiro, que são lindos!!! É claro que ele riu muito de mim... acho que o Veloso nem joga mais no Galo.
Outro dia eu soube que o Atlético caiu para a segunda divisão. Soube pelas fotos de protesto de dois amigos no orkut. Mas não sei o que fazer com essa informação, uma vez que nem sei o que é segunda divisão. Sobre o Flamengo, eu já não sei nada além do hino, que não se esquece mesmo...
Mas, outro dia, fui ver meus amigos jogarem futebol. Então, pensei que, no ano que vem, talvez eu possa assistir aos jogos da seleção na Copa. Na última Copa eu só assisti ao último jogo porque meu pai me obrigou, me tirou da cama e me sentou em frente à televisão. Aos 10 minutos do primeiro tempo fui para o quarto com a desculpa de ver o jogo com minha mãe e dormi. Ou seja, não vi nada.
E meu pai logo vem com essa: "como pode uma jornalista ser tão alheia a isso? Você precisa ver os jogos porque isso faz parte da cultura do nosso país!". Tá bom, pai! Dessa vez, eu prometo que vou tentar... quem sabe, ao final, eu saiba o nome de pelo menos mais um jogador além do Ronaldinho...
Anotações de Sophia | 7:09 PM | Notas de Rodapé:
Sábado, Dezembro 24, 2005
Classicismo às avessas
Todo mundo faz um balanço da vida quando chega no final do ano. Eu também poderia fazer, mas não quero. Todo mundo também faz uma porção de planos para o ano seguinte. Talvez eu dissesse que quero fazer aula de dança de salão, auto-escola e pós-graduação. Tudo isso é verdade, mas também não é o que eu quero dizer. Quero dizer que descobri algumas coisas sobre mim mesma e a melhor de todas foi que eu sou CLÁSSICA.
Isso mesmo. Romântica e clássica. Também descobri que sou mais antiga do que o espelho me mostra e que estou com uma raiva tremenda por estar sozinha, especialmente neste final de ano. Também estou com muita raiva de não conseguir me apaixonar por quem já gosta de mim ou gostou. Estou morrendo de raiva do amor!
Sou clássica, mas também moderna. Não gosto de cozinhar e quero ter somente uma filha. Sou idealista e sonhadora. E, como bem disse Mário Quintana, "eu venho sempre à tona de todos os naufrágios".
Sou contraditória, mas não sou política. Detesto o politicamente correto e detesto a imensa vontade que sindo de vez em quando de abandonar tudo para ser esposa e mãe, como fez minha mãe. Detesto me apaixonar sempre pela pessoa errada e, ao mesmo tempo, nunca me apaixonar. Detesto minha mania de fugir.
Sou atleta, mas não super-heroína. Não sou a mulher maravilha, não vou me casar com o Lex Luthor (bem que eu gostaria de me casar com o Michael Rosembaum, de Smallville), não vou ter um filho com o Pedro Bial, não vou transar com o príncipe Willian e nem dançar meu tão sonhado tango com o Al Pacino.
Porém, vou continuar vivendo cada dia com um brilho nos olhos porque, apesar de tudo, eu sou feliz. E é bom olhar para trás e ver que a vida, até hoje, valeu a pena!
Dessa vez
Nando Reis
É bom olhar pra trás
E admirar a vida que soubemos fazer
É bom olhar pra frente
É bom nunca é igual
Olhar, beijar e ouvir, cantar um novo dia nascendo
É bom e é tão diferente
Eu não vou chorar
Você não vai chorar
Você pode entender que eu não vou mais te ver
Por enquanto, sorria e saiba o que eu sei
Eu te amo
É bom se apaixonar
Ficar feliz, te ver feliz me faz bem
Foi bom se apaixonar?
Foi e é bom o que será?
Por pensar demais eu preferi não pensar demais
Dessa vez
Foi tão bom e porque será
Eu não vou chorar
Você não vai chorar
Ninguém precisa chorar
Mas eu só posso te dizer por enquanto
Que nessa linda estória os diabos são anjos
Anotações de Sophia | 11:15 AM | Notas de Rodapé:
Sexta-feira, Dezembro 23, 2005
Flashes de uma desilusão: o discurso paralâmico
"Às vezes te odeio por quase um segundo, depois te amo mais"
"Descobri mil maneiras de dizer o teu nome: com amor, ódio, urgência ou como se não fosse nada"
"Abro a porta, enfeito a casa, deixo a luz entrar e eu ainda te espero chegar. Escrevo versos, rosas e incenso para perfumar e eu ainda te espero chegar"
"Eu tô na Lanterna dos Afogados, eu tô te esperando, vê se não vai demorar"
"Quero te ver de perto, quero dizer que o nosso amor deu certo"
"Volta pra mim, vem pro meu mundo. Eu sempre vou te esperar. Aonde quer que eu vá, levo você no olhar"
"Se tudo tem que terminar assim, que pelo menos seja até o fim pra gente não ter nunca mais que terminar. Quem vai pagar as contas deste amor pagão?"
"Será que um dia eu vou te ter ao meu alcance? Ah, como ia ser bom se você deixasse! Se você lembrar, se quiser jogar, me liga"
"Foi por te ver andando reto entre tudo o que há de incerto em mim que eu sempre te quis assim, só pra mim"
"Do muito que eu li, do pouco que eu sei, nada me resta. A não ser a vontade de te encontrar"
"Eu não aprendi nos livros, nem nos filmes de paixão o que eu faço por você. Ser feliz é estar contigo, mesmo que essa sensação não se deixe perceber"
"Você ainda não, eu já disse sim"
"Todo amor dorme numa caixa, numa gaveta, numa sala escura que às vezes visito, como hoje, num sonho (..) Ficamos nós dois entre sonhos de amores novos e antigos. Te beijo no escuro silêncio da sala que às vezes visito"
"Se eu te encontrar, não me pergunte como eu tô... não saberia te explicar. Pra mim ainda não terminou"
Anotações de Sophia | 6:32 PM | Notas de Rodapé:
Sábado, Dezembro 17, 2005
Sobrevivendo à chuva e aos bailes de formatura
Ontem faltou luz no meu bairro por mais de uma hora por causa das fortes chuvas. Era noite e eu não conseguia dormir. Fui tateando, por pura preguiça de procurar por uma vela, até que encontrei minha caixa de fitas K7 e meu walkman velho. Como não enxergava, peguei uma fita qualquer e coloquei no som. Era uma coletânea que eu havia gravado há muito tempo para ouvir no carro em mais uma de nossas intermináveis viagens para Itanhomi, quando meu pai e meus irmãos (cruzeirenses) insistiam em falar sobre futebol e minha mãe, para parecer "por dentro", embarcava no assunto defendendo com a alma nossa camisa atleticana.
Nesse mergulho no passado, descobri alguns detalhes interessantes. Por exemplo, segundo Lulu Santos, "a gente se amarra é num clichê". Titãs deu a dica: "a melhor forma de esconder as lágrimas é na escuridão. A melhor forma de enxergar no escuro, é com as mãos... as idéias estão no chão, você tropeça e acha a solução". Paralamas me fez perceber que "eu tô na lanterna dos afogados, eu tô te esperando, vê se não vai demorar". Herbert Vianna e Fernanda Abreu aconselharam: "levante as mãos para o céu e agradeça se um dia encontrar um amor, um lugar pra sonhar, pra que a dor possa sempre mostrar algo de bom". The Doors insistiu: "Hello, I love you, Won't you tell me your name" e Rolling Stones testificou: "time is on my side".
Eu fui para a janela, observar (ou tentar) o movimento na rua. Como a chuva foi precedida por uma significativa ventania, havia muita folha no chão e pude notar que outros bairros da cidade também estavam sem luz. Eu bendisse ao Senhor pela providência de ter feito a luz ir embora justamente na hora de mais um dos chatíssimos bailes de formatura que acontecem no clube em frente ao meu prédio e onde as bandas insistem em continuar cantando I will survive. Vi os carros chegando e os rapazes elegantes e de terno descendo para verificar se a festa havia sido cancelada. Triunfante, eu sorria.
Mas, como quem ri por último ri melhor, eu sobrei. A luz voltou antes da meia-noite e o baile aconteceu. Se antes era insônia, depois virou dor de cabeça e todos os meus esforços para dormir foram em vão. No final de semana passado eu precisei tomar Dramin para conseguir dormir... Às 6h30, quando eu levantei tonta de sono para ir trabalhar, o baile estava acabando e os bêbados e bêbadas gritavam pelas ruas como se fossem os únicos habitantes da cidade. Coisas de interior... e eu só "queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer"...
PS: Para quem assistiu ao Jornal Nacional ontem e se assustou com o Willian Bonner dizendo que o Rio Doce, em Governador Valadares, estava dois metros acima do normal, não é para tanto... o nível do rio é que está acima dos dois metros, o que corresponde a pouco mais de um metro acima do nível normal... ainda não estamos presenciando o dilúvio!
Anotações de Sophia | 12:47 PM | Notas de Rodapé:
Quinta-feira, Dezembro 15, 2005
Aos Superfocas
Somente hoje eu me dei conta que estou completando dois anos de formada. No último domingo eu resolvi revirar minhas lembranças e encontrei uma fita com um programa de rádio que meu grupo e eu fizemos no sexto período. É claro que eu ri muito e é mais obvio ainda que eu chorei de saudades daqueles tempos. Que saudades dos Superfocas, que hoje é até comunidade no orkut.
Sinto falta da Vê dormindo nas aulas, da Mi estressada com os trabalhos e da Di escrevendo poesia. Sinto falta da Aline falando do Lu o tempo todo e da companhia da Aninha nos lanches no posto. Também sinto falta do Leo N. ouvindo Los Hermanos na sala e dos bilhetinhos que eu trocava com o Rô durante as aulas, falando mal de um certo professor de Teoria da Comunicação. E também tinha os bilhetinhos do Elói, sempre alguma discussão engraçada que a gente travava sobre matriz e filial (que não tem relação nenhuma com Economia, podem acreditar).
Lembro do dia que a Carol chegou bêbada e dormiu a aula inteira. E do Leo F. e do Mateus que saíram de uma festa e foram direto para a sala fazer prova. Morro de saudades das aulas de Cinema com a Ana Lúcia Andrade e das aulas de teatro com o Wilsinho. Semiótica: quem se esqueceu de Ninguém e Qualquer? Dos trabalhos de TV da Diulara e das aulas da Lídice, ops!, da Nathália... e ainda tem o episódio da Casa Sol, quando a Praxedes nos livrou de um assalto!
E quem poderia se esquecer do Marcus com o violão? Ouvi as músicas que ele fez com uma poesia minha e outra da Di. E cantei com lágrimas nos olhos... nossa... as conversas de corredor, as amizades loooongas, se Deus quiser... a monografia e os problemas que enfrentamos juntos, de perdas, de desencontros... e as alegrias dos nascimentos e da esperança, que até hoje mora conosco.
É... e lá se vão quatro anos em quatro minutos. Não dá para mensurar a falta que os Superfocas me fizeram nestes últimos dois anos, mas dá para celebrar todos os outros anos que passamos juntos e batalhamos pelo mesmo fim: o diploma de jornalista.
Aos Superfocas, meu desejo é que tenham um Feliz Natal e um 2006 ainda mais feliz!!!
Anotações de Sophia | 6:32 PM | Notas de Rodapé:
Sábado, Dezembro 10, 2005
Do amor e outros demônios
Após um e-mail reflexivo, enviado para minha melhor amiga-irmã, fiquei com esse lance de amor na cabeça. Tanto, que escrevi ontem a noite no diário uma página de idéias incompreensíveis acerca disto. Logo depois, saiu mais uma de minhas poesias-partos, daquelas que tenho até medo de postar, mas que corajosamente vocês encontrarão no final deste post.
Como já falei aqui, não tenho muito talento para o amor, não. Até participo de algumas comunidades no orkut que poderiam ser um tanto quanto simbólicas: "Cadê o amor da minha vida?" (a foto desta é a página de classificados de um jornal), "Relacionamentos - Eu só me fodo" e "Eu tenho medo do amor". Esta última, então, chega a se confundir comigo mesma.
Não entendo a enorme capacidade que eu tenho para me apaixonar tanto e ao mesmo tempo nunca me apaixonar. Acho que me importo pouco com a solidão. Às vezes, penso que encontrei o amor da minha vida, mas em dois segundos percebo que nunca gostei de verdade de ninguém, nem mesmo do cara que eu amei por quase 18 anos. "É que eu não amo ninguém", como disse Cazuza... "E é só amor que eu respiro"...
Que coisa confusa, ilógica e estranha... como pode algo tão contraditório, no final das contas, ser a mesma coisa?
No nosso mundo
Quero que todo o amor do mundo
Invada o mundo que escolhemos para nós
Que você saiba que para sempre
Haverá amor para se comemorar a sós
Nesse mundo que reinventamos em carinho
Por esse medo do eternamente sozinho
Que nos faz esquecer nossa essência
E unir corações com a mesma carência
Para formar algo que todos conhecem
Mas ninguém sente igual...
Anotações de Sophia | 8:54 AM | Notas de Rodapé:
Sábado, Dezembro 03, 2005
1982
Eu nasci no dia 7 de junho de 1982, por volta das 7 horas, no Hospital São Lucas, em Governador Valadares (MG). Quando eu nasci, o Brasil ainda vivia tempos de ditadura militar e o presidente era João Batista Figueiredo, o último militar no poder. O Al Pacino tinha 42 anos, idade suficiente para ser meu pai, se não fosse minha alma gêmea. Os filmes do ano eram Blade Runner, de Ridley Scott, e Passion, de Jean-Luc Godard, aos quais ainda não assisti.
Em 1982 foram confirmados os primeiros casos de Aids, o Flamengo venceu pela segunda vez o Campeonato Brasileiro e meu avô e a Elis Regina morreram. Neste ano, a IBM lançou seu Computador Pessoal, contribuindo para a popularização da informática.
Nasci um ano após o papa ter levado o famoso tiro, sete anos antes da queda do Muro de Berlim e 10 anos antes da Eco-92 e do impeachment de Collor. Os Paralamas tinha um ano de estrada, Lobão lançava a música Cena de Cinema (que seria motivo para declarações contra Herbert Vianna, acusando-o de plágio) e o rock nacional começava a se consolidar...
Foi neste ano, quando eu nasci, que um anjo bêbado disse: vai Sophia, ser sonsa na vida. E eu fui...
Anotações de Sophia | 12:05 PM | Notas de Rodapé:
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"Até que Deus revele o futuro dos homens, toda sabedoria humana estará concentrada em duas palavras:
ter fé e esperar"
Edmund Dantés - O Conde de Monte Cristo (Alexandre Dumas)
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