Sophia vive em algum lugar entre a fronteira do deserto do real com o mundo imaginário, lá onde passa o trem, perto da pracinha do caminho amarelo, que leva até a casa de chocolates que pertenceu à bruxa má, mas que hoje serve como pouso para seu amigo Manuel, cidadão pasargadense. Pasárgada é um lugarejo perdido no mapa, próximo ao País das Maravilhas e fazendo fronteira com Nárnia. Lugar que ficou isento do domínio das mentes pelas máquinas após o advento da inteligência artificial. Lá vive-se na corte e de música, recitando poesias e brincando de prazeres. Nos intervalos da loucura, Sophia volta para Governador Valadares, onde trabalha como jornalista e admira a enorme Pedra Negra a observar o Rio Doce em seu curso, e que, como na filosofia, cada dia é um rio.
"Quando, velhinha, a estas páginas fanadas, / Ela vier indagar das coisas encantadas / Que o futuro lhe diz, / Queira então o Amor que a fecunda lembrança / Dessa viagem feliz / Seja doce de ver como um céu em bonança!"
(Honoré de Balzac - As ilusões perdidas)
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Terça-feira, Junho 10, 2008
"Eu vejo a vida melhor no futuro..."
"Pois sempre tem a cama pronta, rango no fogão, luz acesa... me espera no portão pra você ver..."
Anotações de Sophia | 11:59 AM | Notas de Rodapé:
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"Até que Deus revele o futuro dos homens, toda sabedoria humana estará concentrada em duas palavras:
ter fé e esperar"
Edmund Dantés - O Conde de Monte Cristo (Alexandre Dumas)
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